Rá! Foi enrolado, mas o nosso segundo ensaio aconteceu! Foi enrolado desde o início e, aliás, foi weird. Segunda passada, eu ligo pra marcar o estúdio na quarta passada, mas estava ocupado. Então, Zubat calmamente pergunta: "e a outra quarta?"
- Rapaz, você vai ter que me ligar.
Então eu fiquei pensando "tá, por que não marca logo?", mas concordei e desliguei. Além de desmarcar com o resto da banda, não teria nada de incômodo em ligar outro dia. Então, no sábado, lá vai Zubat ligar de novo e pedir pra marcar na quarta feira.
- Rapaz, você vai ter que me ligar.
Não, isso não foi um ctrl+v e eu fiquei confuso achando que tinha uma gravação dialogando comigo, não tava tão longe assim da quarta, mas levando em conta que era um sábado e na rua do estúdio tem uma distribuidora de bebidas, bem...
ENFIM, na segunda (!), consegui marcar o ensaio pra quarta, avisei todo mundo e pedi pro irmão do baterista (que estuda na ufes comigo) avisar do ensaio pra ele. Eis que, quando chega na quarta, descubro que o baterista não sabia do ensaio.

"Now what?". Bem, como recomendaria o nosso eterno Douglas Adams: DON'T PANIC. O pior que poderia acontecer era a gente ensaiar só de chimbau, afinal. Ledo engano, pobre Zubat. A duas horas do ensaio, ligamos pro baterista e avisamos, o que felizmente garantiu a presença dela, ao invés do Invisible Drummer. Porém, ao chegar no estúdio (que é uma casa, na verdade).

NADA como encontrar a porta fechada! E melhor, sem ninguém pra abrir. Esperando o outro guitarrista, lá ficamos no calor infernal de Vila Velha, esperando que alguém aparecesse afinal, quando o outro guitarrista (estávamos eu, o baixista e o baterista) surge pela esquina, com um WTF? estampado no rosto ao nos ver na frente da porta. E então, quando ele chegou, dissemos a ele o que tinha ocorrido:

Fomos trollados succesfulmente pelos donos do estúdio. Em busca de algum refresco pro calor infernal, eu e o guitarrista fomos à padaria mais próxima em busca de algo (não era álcool, seus insinuantes) e, quando voltamos:

Alguém abriu a porta! E lá dentro, foi foda, apesar da limitação da bateria (que só tinha o chimbau), tudo parecia fluir naturalmente, sem necessidade de muitos ajustes e "volta do início". Ao fim da primeira de duas horas, nos olhamos e nos pensamos "e agora, a gente repete?" haha.
Keep Rocking, Johnnie Rocker.
(Pra fechar o dia, acabo de receber uma sms do guitarrista: To solteiro. Unrelated)