Como o último post foi serious business, aparentemente não agradou tanto comparando com outros, então vou tentar voltar ao cotidiano que sempre me gerou lulz. Ainda bem que hoje foi um dia bem propício para
isso, o que contrariou a expectativa inicial.
Afinal, acordei com um puta torcicolo, peguei um trânsito nada tranquilo na ponte e, de quebra, o estacionamento que eu costumo usar na UFES tava fechado. Não fosse o bastante, era uma segunda-feira!
Animação matinal sempre presente
No entanto, no meu trabalho existe uma coisa que me deixa muito feliz. Quer dizer, várias. Livrar-se dos alunos da Eng. de Produção é legal, e agora eu trabalho em desenvolvimento web (o que aumentou meu vício em automação de processos), o que é ainda mais legal, mas nenhuma dessas coisas se compara ao café de graça que meu trabalho oferece.
Você pode dormir quando estiver morto!
Café de graça, cara! O que mais é realização profissional senão café de graça o tempo todo? É quase como uma pílula de ânimo! Uma injeção de vontade naquele seu dia monótono no trabalho! E freqüentemente, café foi responsável pelas idéias que eu tive no lab para alimentar meu vício em automação de processos (porque fazer tudo com um único clique é ótimo, mas com comandos é ainda mais viciante!).
Mas de volta ao título do post. Estava eu na minha leseira matinal quando a J. me avisa para ler o scrap que tinham deixado pra ela. Eu, curioso que sou, e disposto a matar alguns minutinhos, fui lá conferir do que se tratava. Eis o que encontrei:
Cuidando, hein? Isso porque no dia anterior ela tinha me dito que tinha perdido a dignidade nessa festa. No entanto, ela me garantia que não tinha acontecido nada, afinal se tivesse acontecido, "estaria doendo". Mas ela não contava com a astúcia do sr. Orkut, que me revelou todo o segredo. Demonstrando como manja das putaria, eis a revelação:
Windows porque é no pc do trabalho.
Aaaaaaaah! É o orkut nos revelando aquilo que os outros escondem, não é mesmo? E esse é o tipo de coisa em que o orkut é bom: nos mostrar a verdade sobre as pessoas, Tá certo que de certo modo é até inusitado, né? Mas esse print me mostra que a verdade tarda, mas não falha!
A segunda quote memorável do dia vem direto do Rio Grande do Sul, tchê. Como eu não fuço homens que vêm visitar o meu perfil do orkut de volta, acabei perguntando a algumas recém-adicionadas sobre o "intruso" que se apresentava entre os meus visitantes recentes. Acabei descobrindo que era namorado da L., quando fui confirmar com ela:
"André diz:
o T. é seu namorado, não é?
L. diz:
ooooi, acho que sim [risada estranha]"
Wait, wat. Acho que sim? Isso foi digno de um lolzzy hahaha. Logo depois disso elas foram ver filme e eu fui mexer no site que to desenvolvendo com o Drupal (não é "do pau", nem "grupal"!) e acabei me sentindo o super hacker mexendo em códigos-fonte de terceiros, alterando-os e o melhor: vendo tudo dar certo! Voltei pra casa ouvindo Flogging Molly e fui surpreendido no msn com a A. me perguntando:
"A. says:
vc não visita com frequencia o redtube?"
E tudo fica ainda melhor com a coroação:
Andre says:
deveria?
A. says:
não sei, tem menino q gosta
A. says:
tem outros q preferem o chatroulette q é mais real e panz
Waaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaat.
Seriously guys, tenho cara de quê? D:
Anyway, foi um dia divertido, pra quem começou como aquela coruja ali. Normality é pros fracos!
Update: Esqueci de mencionar a minha irmã indo no meu orkut e deixando o scrap:
Não é uma gracinha, gente? Confesso que o motivo que me levou a bloqueá-la foi tosco, mas sempre que ela demonstra o quanto isso trolla ela, eu vejo que o motivo já nem mais importa, desde que gere bons lulz :D
Nem é medicina e muito menos devia ser tratada como tal.
Pra falar verdade, é um exemplo claríssimo de pseudo-ciência e que devia ser combatido, não incentivado. O post de hoje dedica-se a isso. Tornar a verdadeira ciência popular frente a essa vergonha é praticamente um dever de qualquer cidadão. Este post tentará levar você, que é adepto dessa crendice, a rever alguns conceitos sobre o obscuro mundo da super-diluição. O post de hoje é serious business.
Sem efeitos colaterais. Na verdade, sem efeito nenhum.
Acho que já ficou clara o bastante minha posição quanto a homeopatia. Antes de eu começar a falar de por que ela não faz sentido, vamos conhecer os princípis segundo os quais ela se orienta:
1 - Like-cures-like, ou "lei dos similares": De acordo o criador da homeopatia, Samuel Hahnemann, se uma substância X causa os sintomas Y numa pessoa saudável, então uma super-diluição da substância X poderia curar uma pessoa doente com os sintomas Y.
Isso fez sentido pra você? Nem pra mim. É como dizer que cebola super-diluída poderia melhor ardência nos olhos. Mas isso não é nada, as coisas começam a ficar estranhas a partir daqui:
2 - Dinamização: Diluir a substância em álcool ou água destilada, posteriormente chacolhando 10 vezes. Este último, por sua vez, é chamado "sucussion". Também pode ser o caso de triturá-los com açúcar.
Pra mim continua sem fazer sentido algum. O que seria chacoalhar 10 vezes? O que se está quantificando aqui? A quantidade de energia em 10 chacoalhadas "normais" pode ser a mesma alcançada com 8 vigorosas ou 12 lentas, não é mesmo?
Obs.: Como o trabalho de Hahnemann é anterior ao de Avogadro, na concepção de Hahnemann, por mais que se diluísse, sempre haveria um mínimo que fosse de soluto na solução resultante. Após Avogadro, provou-se, sim, que é possível partir de uma diluição e chegar numa substância sem soluto algum. Para combater isso, homeopatas defendem a tese da "memória" da água. De acordo com isso, na diluição, a água conservaria propriedades da substância desejada (e apenas dela, por mais que não faça sentido). Mesmo admitindo todo esse nonsense científico, isso não explica o caso de pílulas sólidas.
E, particularmente, o meu preferido vem a seguir:
3 - "Quanto mais diluída for a substância, mais forte o efeito do remédio".
Wait, wat. Não preciso nem invocar nomes de químicos famosos para vocês verem que isso também não faz o menor sentido. Sendo assim, a homeopatia está apoiada em idéias absurdamente ridículas. Mas quem disse que devemos parar por aqui? Afinal todos merecem uma chance na ciência, não é mesmo?
"Remédios" homeopáticos, como eu disse, consistem em substâncias diluídas MUITAS vezes. Se você, caro leitor desse blog, tem um em mãos, procure em algum lugar dele o nível de diluição. Provavelmente deve ser algo como 30X ou 30C. Não se engane achando que esse X é "vezes". Esse X significa 10^30. No caso do C, 100^30. Ou seja, temos uma única e solitária parte de soluto para 10^30 partes de solvente. 10^30, para os que por ventura não estejam acostumados com a notação, é 1 com TRINTA zeros atrás. Uma unidade perto disso é uma quantidade tão ínfima que frequentemente o "remédio" não contém nada do composto original. NADA. Isso mesmo, você está bebendo água, ou álcool.
"Mas funciona comigo, sempre funcionou!"
Homeopáticos não possuem efeito maior que o de um placebo. A ineficácia da homeopatia em testes duplo-cego já é bem conhecida no meio científico. Os únicos estudos que mostraram alguma vantagem possuíam falhas de metodologia e/ou não puderam ser replicados por pesquisadores independentes, portanto os efeitos da homeopatia nunca foram comprovados. Várias coisas podem explicar o suposto sucesso da homeopatia, como por exemplo:
- seu uso contra doenças auto-imunes (como resfriados, por exemplo)
- uso durante o pico de uma doença cíclica
- muitos dos sintomas tratados são causados por alterações emocionais (o já citado efeito placebo)
- usar outras medidas terapêuticas em paralelo (como praticar exercício físico ou melhorar a alimentação)
- "wishful thinking": a pessoa atribui qualquer melhora momentânea ao medicamento e, no caso de recaída, a culpa nunca é da ineficácia do homeopático
E outra: relatos individuais de cura não podem ser tomados como prova de que algo funciona de fato. Pelo menos não cientificamente.
(Exemplar de um homeopático em sua versão genérica)
"Mas se não causa efeito colateral [até porque não causa efeito nenhum] e faz bem à pessoa, qual o problema?"
Então não tem problema em se aproveitar da boa-fé dos outros para ganhar dinheiro, né? Na minha modesta opinião, vender um produto que age por um mecanismo diferente do proposto (por mais que atinja o suposto objetivo), é algo antiético, mas pelo visto os adeptos dessa teoria passam por cima desse entrave. Por essa mesma lógica, não vejo motivo para se condenar pastores que vendem terrenos no céu, afinal, isso não deixa de trazer um alívio espiritual e psicológico para a pessoa que os compra, não é mesmo?
Uma sugestão final porque esse post já está se alongando demais: faça você mesmo o seu duplo-cego caseiro (maiores explicações sobre o que é um duplo-cego nos links abaixo) e compare os resultados, mas sejam honestos e sigam os procedimentos, hein.
Enfim, como mostrado acima, Homeopatia não faz o menor sentido. Pelo contrário, normalmente é adotada por pessoas que têm mais dinheiro do que bom senso, ou então com alegações absurdas (como eu já ouvi dizerem que 'você toma o homeopático de 8 em 8 horas antes de viajar e fica protegido de todas as doenças')... Aproveito o final do post para lançar o Zubat Homeopatia e Astrologia SA, serviço pelo qual cobrarei baratíssimo para fazer remédios homeopáticos e horóscopos e usar duas frases que expõem uma visão sobre o assunto:
"A homeopatia têm muitas coisas curiosas. Por exemplo, a glorificação do Dr. Samuel Hahnemann e de seus escritos, que foram feitos há mais de 200 anos atrás. A Medicina evoluiu consideravelmente depois de tanto tempo, e um médico alopata seria crucificado pelos pacientes, pagadores de serviços médicos e o Conselho Regional de Medicina, se voltasse a usar sangrias, sanguessugas, cirurgias sem anestesia e cauterizações com ferro em brasa, como era moda médica na época do Dr. Hahnemann."
- Renato Sabbatini, PhD em Fisiologia
"Se você detém este segredo revolucionário da ciência, por que não prová-lo e ser aclamado como o novo Newton? Claro, nós temos a resposta. Você não pode fazê-lo. Você é um charlatão".
- Richard Dawkins.
Exatamente como no período passado, nesse aqui eu também precisei me ausentar um pouco do blog. Mas acho que vai valer a pena. O post a seguir conta a história do final do período. Uma história de troca de emprego, de stress, de professores malucos, de trabalhos dando erros, carteira de trabalho, ministérios em greve, caos, carteira de motorista, zubatmóvel, mistério e magia!
(Tentativa falha de colocar mistério e magia na história)
Enfim, tudo começa quando as P3 se aproximavam. Eu, trabalhando no LabNult como monitor mas já cansado de tudo que aqueles manjadores da Eng. de Produção falavam. Ao mesmo tempo, um tanto quanto fatigado com aquele ritmo todo. As perspectivas não eram nada boas. Minhas notas não eram exatamente as melhores e ao que tudo indicava, esse seria um período levado na barriga, com 5 em tudo.
Mas nem tudo estava tão ruim assim. O zubatmóvel continuava indo pra cima e pra baixo e eu já pegava as manhas de como domá-lo. 2 das 5 materias já estavam aparentemente garantidas. Melhor ainda: havia aparecido uma nova oportunidade de trabalho! Salário maior, chefe diferente (apesar de ainda incógnito) e o melhor: livre dos alunos da Eng. Prod. Inscrevi-me e fiquei aguardando contato, mantendo o trabalho e os estudos em paralelo. Simultaneamente, eu ficava cada vez mais perto de ter total controle sobre o Zubatmóvel. Na semana de prova, um "intensivão" na auto-escola resultou em algumas aulas matadas para poder finalmente passar na maldita prova. E eu fodendo passei!
Dentro de alguns dias, fui chamado para a entrevista. E fui bem até. "Proativo" nas palavras do buddy RC. Saí de lá confiante, mas tentando não me dar como certo no emprego. Anyway, voltei pra minha vidinha de universitário apanhando. No meio-tempo, eu decidi que estava saturado mentalmente e precisava ler algo que não fosse relacionado a integrais e programação para me distrair. O gênio aqui, ao invés de escolher alguma literatura descontraída, resolve escolher logo James Joyce!
Um dos mais difíceis escritores da história da língua inglesa! Que tipo de masoquista sou eu, afinal? Logo o James Joyce... diz muito sobre ele o fato de a Clarice Lispector ser uma admiradora (obrigado, S.)! Enfim, Ulisses é um livro muito bom, mas bastante indigesto, e definitivamente não o que eu precisava nesse final iminente de período. Além de tudo, tinha a última temporada de Lost, que eu resolvi assistir também.
(e voces achando que o mistério acabava no mister m, hein!)
Enfim, depois de alguns dias, a tão aguardada ligação me avisando pra passar no laboratório no dia seguinte. Após confirmar que eu tinha de fato sido escolhido pro estágio, vinha a parte mais difícil: avisar ao meu chefe que eu ia sair do estágio. Ok, eu nunca tinha feito isso antes, então mandei na lata: "To saindo no final do mês". Aí começou o mimimi...
"WAT? você não pode deixar o emprego assim no meio do projeto! Como vai ficar? vamos perder aquele trabalho? Vai me deixar na mão aqui de ultima hora? mimimimi"
Enfim, saí da sala dizendo que mandaria email pras listas da Eng. Comp. procurando um novo estagiário, de preferência com alguma experiência em banco de dados (que era o projeto que eu tinha começado ali) e eu acabei conseguindo. No entanto, uma coisa ainda cutucava nas entranhas do meu cérebro: "Um dos documentos requeridos no novo emprego é uma carteira de trabalho."
Sim, essa pequena coisinha azul que vai me acompanhar por toda a minha vida agora! Já escrevi no post anterior a odisséia que foi consegui-la, então vou pular essa parte.
Enfim chegou a semana das P3. As assustadoras provas que definem se você pode aproveitar as ferias, tem alguma esperança na prova final ou já pode ir se preparando para rematricular na matéria período que vem. E eu estava com o cu na mão. Das 3 provas que eu ia enfrentar, a perspectiva era pegar final em todas, e não seriam finais fáceis, afinal era Termodinâmica (precisando de 6), Circuitos Elétricos II (precisando de 7) e o tão temido Calculo II (precisando de nada menos que 8.7).
Sexta-feira. Encararia duas: Calculo às 7 da manha e Circuitos logo depois, às 9. No mesmo fatídico dia em que o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo (em jogo que eu fui ver no bar depois). Depois de exausto de uma prova de calculo, na qual eu tinha feito pelo menos a obrigação e ter certeza que não precisaria de mais de 5 na final, fui fazer a de circuitos. DON'T PANIC na mente. Mas não deu. Fiz a prova completamente sem confiança. Do tipo que diz "fudeu". Senti como se eu tivesse jogado o 9.5 da P2 no lixo. E isso foi uma merda. Eu tava me sentindo como esse cavalo aí da foto do lado.
Anyway, o jogo me deu um pouco de alegria (que eu tive que disfarçar soberbamente já que estava num bar) e voltei pra casa como motorista da rodada. Enfim veio a prova de termo que me deu uma boa perspectiva sobre passar, mas ainda assim a insegurança batia à porta.
Chegava, enfim, a semana mais tensa, entrega de resultados e provas finais. A famosa reta final. Tensão se acumulando. Eu estudando pras finais na esperança de não precisar de tanto. Então, na bela quarta-feira, fui lá para pegar o resultado de calculo e um aviso no quadro dizia, resumidamente: "As provas serão entregues na sexta e as finais acontecerão na segunda".
Que ótimo! Como a essa altura eu já estava com a carteira de trabalho encaminhada, fui lá falar com meu chefe e ficou decidido que eu começaria a trabalhar na... segunda! Ou seja, férias são pros fracos. Paralelamente, a sexta se tornou um dia ainda mais tenso com o professor de termo dizendo que anunciaria o resultado nela. A quarta-feira parecia perdida quando eu me encontrei com alguns alunos da elétrica e eles me disseram que o professor de Circuitos já tinha colocado as notas no mural. Foi quando eu vi a minha.
FODENDO 6.75 na P3, 7.0 cravado de média final, ou seja: APROVADO! E sem precisar fazer a final. Well, menos uma pra me preocupar. Voltei pra casa muito feliz mas já me preparando pra estudar pras outras duas.
Sexta-feira: O dia da decisão. Fui de manhã e o professor de termo acabou tomando o café da manhã com a gente na cantina. Nesse momento ele falou do acordo que pessoas com média entre 6 e 7 aceitaram ser aprovados com 5. E quando eu vi minha nota, 5.5, o que deixava minha média em 6.75. Holy shit, diminuir isso pra 5 vai ferrar tudo! Fui lá falar com ele e resolvi uma questao da prova na frente dele e ficou tudo acertado em media 7. Voltei pra Vila Velha pra churrascar e tomar Guinness. Acabei tambem dirigindo um carro automatico que fez eu me sentir como num videogame e revelou que eu realmente nao sei estacionar.
Uma a uma, as matérias iam caindo! Agora só faltava o maldito cálculo. Mais tarde naquele dia eu esperava a resposta. Da ufes, alguém me ligou e avisou: "sua média final está 'em análise'".
Wait, wat?
Isso, em análise. O professor arrumou umas maracutaias e daria o resultado no sábado de manhã. Sábado de manhã.
Então eu fui. Até levei minha irmã e as amigas que precisavam ir num projeto da escola por lá. Quando eu cheguei no prédio do DMAT, o professor ainda não tinha chegado. Apenas vi outros alunos na mesma situação que eu, ou seja: tenso!
Acho que essa foi a meia-hora mais longa da minha vida. E quando o professor apareceu com um envelope pardo na mão, pensei "e' agora". Ao primeiro da lista, ele disse: "você vai ter que fazer prova final". Já fui logo me conformando que eu também teria, afinal minha prova nao tinha sido um 8.7. André Siviero... "Dispensado".
Alívio. Felicidade. Fuck yea. Um turbilhão passou pela minha cabeça enquanto eu rumava pelo estacionamento. Tinha, enfim, acabado o período mais tenso até aqui na UFES. O período que me deixou no maior nível de stress. E eu sobrevivi intacto.
E é com enorme prazer que eu volto ao blog, apesar de estar trabalhando em periodo integral (nas férias) pra poder receber pelo mês todo. Feels good, man!
Obrigado a Mecca, John e Igor pela ajuda com os acentos também!
Nerd convicto e assumido, atualmente cursando o 4º período de Engenharia de Computação na UFES. Rockeiro inverterado mas que também sabe ouvir jazz e blues, sem falar no heavy metal. Usuário de Linux, como era de se esperar, desde 2006, tentando ser um guitarrista e apaixonado pela Mãe Irlanda. Esse blog trata de acontecimentos rotineiros sob minha ótica nerd, have fun!