É, pessoal. O último post aqui foi ano passado, mas eu explico. Neste período, acreditem se quiser, eu estava namorando a linda da Dani :D
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| A entrega das alianças (: |
Então, como se não bastasse a UFES e o estágio, agora eu tinha uma namorada pra tomar conta (ou pra tomar conta de mim, o que era mais provável...). E, além de estudar (muito, diga-se de passagem), não faltaram idas ao cinema, filmes, seriados, dias sem fazer nada do lado dela e mais tudo aquilo que namorados fazem. Agora já estamos há 7 meses e alguns dias juntos e devo dizer que tem sido os melhores (:
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| E daí? Que bichice, hein! Fala algo que presta! |
Bem, amigos, vamos lá. Antes de começar a falar do meu período, vamos falar da segunda coisa que me deixou mais feliz: uma viagem a New York. Aquela selva de pedra, repleta de arranha-céus, lojas da Starbucks, vapor saindo dos bueiros e, é claro, um monte de coisas famosas. E entre os cafés na mencionada Starbucks, visitas ao Central Park, passeios em museus e busca por tecnologia de ponta barata, eu senti o quanto aqueles arranha-céus podiam ser aconchegantes, seja em Chinatown ou Rock Riverside, em Wall Street olhando os donos do mundo ou do lado de lá da Ponte do Brooklyn, de onde eu podia olhar pra Manhattan e ver o quão bela era aquela cidade de prédios tão altos, ou em Times Square, onde podíamos ver os anúncios das produções da Broadway e entrar na loja da M&M's (OM NOM NOM), ou passeando pelo Rio Hudson para ver a Estátua da Liberdade, ou no topo do Rockefeller Center de onde dei continuidade à foto da Torre Eiffel (hoje a Torre, amanhã o mundo...). E pra completar, meu pai me deu uma Fender Stratocaster :D
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| Ontem, a Torre Eiffel. Hoje, o Rockefeller Center. Amanhã, o mundo! |
Essa viagem a New York foi realmente ótima! E então, de volta à realidade, tivemos a UFES. 6 matérias, isso porque eu não consegui pegar a 7ª: Mecânica dos Sólidos, Programação III, Arquitetura de Computadores, Cálculo Numérico, Engenharia de Software e a tenebrosa Eletrônica Básica I.
Destas matérias, apenas uma delas não passou trabalho. E apenas uma delas passou apenas um. Tive 3 trabalhos de programação 3, 4 de arquitetura de computadores, 2 de cálculo numérico e o projeto de Eletrônica Básica, que era fazer uma fonte regulada. Em resumo, eu estava muito ferrado e iria dormir muito menos do que de costume.
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| Challenge Accepted. |
E honestamente, tirando todo o stress, eu consegui manter as notas num patamar alto o bastante pra, mesmo não dormindo tanto quanto o desejado, passar as semanas me dedicando às provas. No entanto, um fantasma ainda me atormentava, e esse fantasma tinha um número: 1.5. A nota da minha P1 em Eletrônica Básica I. Desnecessário dizer que eu me rasguei nessa matéria para fazer a P2 e, quando achei que tivesse ido muito bem, tirei 4.5. Com isso, ser aprovado nessa matéria fica difícil.
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| Um filme que retrata bem o período... |
No entanto, como Zubat é um cara perseverante, ele estudou ainda mais pra P3 e foi para a prova confiante, pois estava sabendo da matéria. O resultado: 10. Isso mesmo. Dez. Atentem para o verbo: DEZ! Mal pude acreditar. Ainda na semana dessa prova, estava na hora de apresentar o projeto.
Foram madrugadas a fio na UFES. Entre cálculos que se repetiram inúmeras vezes, idas ao centro da cidade para comprar componentes porque os nossos tinham queimado e percloreto de ferro para corroer placas de circuito, o que não foltou foi fumaça de estanho. Garanto, amigos, uma madrugada com essa fumaça nos olhos e entrando nos seus pulmões não é nada saudável. No final, tudo deu certo, num domingo à noite. Colocamos o projeto numa carcaça metálica, com um fusível de proteção e ligando diretamente numa tomada. Os amigos T. e J. colocaram o projeto numa caixa de sapatos.
Um desses projetos tirou 9 e o outro tirou 8. Mas sabe qual foi o 8? O meu!
Como assim, professor! Fui para a prova final com média 6.3. Precisando de míseros 3.7 na prova final. PF esta que estava sanduichada entre uma P2 de ArqComp e uma prova de Mec Sol (que acabou por ser cancelada). Uma das questões da PF tinha caído na P3 (a do 10). Já eram 2.5. Faltavam 1.2. Utilizei uma velha tática na UFES: garimpei pontos. Fui fazendo pedaços de questão, sabendo que qualquer ponto poderia fazer a diferença entre Básica I ou II no período que vem.
E, enquanto eu esperava o resultado dessa, saíam os resultados das outras: 8.5 em Cálculo Numérico, 8.7 em Engenharia de Software (as maiores notas da sala, diga-se de passagem), 9 em Programação III (com o temido prof. Vareja), 8.9 em Mecânica dos Sólidos (mamata pouca é bobagem) e 8.1 em Arquitetura de Computadores. E então, um dia depois da prova final, vinha o resultado tão esperado: a final de Básica. E o resultado foi 4.6. Média final 5.4. Aprovado.
APROVADO.
Ironicamente, um dos períodos em que eu fiquei mais estressado por causa de trabalhos (e a consequente falta de sono) foi um dos que eu tirei as maiores notas. Isso foi realmente estranho, mas quem liga? O CR subiu, no fim das contas. Eu também sairei do meu estágio e poderei tentar uma Iniciação Científica. Desejem-me sorte e boa vontade de continuar escrevendo aqui :D
Pra finalizar, uma mensagem bem bonita que li numa placa em NY e acabei trazendo pra casa:
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| Nunca subestime o poder de gente burra em grupos grandes! |
Passar bem!